Exposições 2017

Sala Ignês Corrêa da Costa

Agosto/Setembro: A exposição da artista Clara Rahe “Natureza em Xilogravura”, aborda uma das mais tradicionais técnicas da gravura. A artista entre outras técnicas das artes visuais tem um apreço pela xilogravura. Fez aulas com diversos mestres, entre eles destacam: Vânia Pereira (in memoriam) de Mato Grosso do Sul, mestra de diversas técnicas de gravura; José Lima (in memoriam) do Rio de Janeiro. Foi por alguns anos discípula de outra grande artista-mestra Ignês Corrêa da Costa (in memoriam) de quem assimilou técnicas do desenho, cores e formas.

Setembro/Outubro:  A exposição “Ibirocai  – Eu Ouvi, Eu Li, Eu Vi…” dos artistas visuais Israel Zayed e Leonn Gondin propõe um passeio ilustrado através de esculturas exclusivas, fotografias e ilustrações apresentadas no livro Ibirocai – Contos Ilustrados sobre a Cultura Popular de Campo Grande, com enfoque em elementos da cidade morena, com o intuito de ampliar o espaço e fomentar a interação com parte da produção visual encontrada no livro.

 

Galeria Wega Nery

Janeiro a Maio: A exposição “Invencionices” faz parte da “Homenagem ao Poeta Manoel de Barros no Centenário de seu Nascimento”, que consiste em uma série de atividades para crianças, jovens e adultos envolvendo várias linguagens artísticas. A Confraria Sociartista, composta por artistas visuais regionais renomados das artes plásticas de Mato Grosso do Sul e integrantes da Confraria. São eles: Anelise Godoy, Cecílio Vera, Erika Pedraza, Lucio Laranjeira, Marilena Grolli, Monique Merlone, Patrícia Helney, Rosane Bonamigo, Sônia Corrêa e Tanara Renck, como convidados: Roberto Higa (membro da confraria), Haroldo Garay e Gejo O Maldito de SP.

Junho a Agosto:  A exposição “O Enigma das Cores” do artista plástico Raoni Figueiredo tem grande parte na inspiração do artista com a natureza e os elementos que compõem esse universo: Fogo, água, ar e madeira, buscando uma conexão espiritual, que envolve percepção e fluidez, criando formas abstratas que sugerem essa continuidade dos sentidos, da natureza e o sentimento que liga essas ideias através da arte. Por formas livres, cores e linhas se misturam deixando a impressão de continuidade além da tela, em uma projeção infinita de linhas, formas e cores.

Agosto/Setembro: A exposição “Caduvéos” da artista visual e arquiteta Andrea Luz é fruto de muita pesquisa sobre os nativos brasileiros e domina a técnica com pastel seco e oleoso, tendo os caduvéos como seu foco principal. As crianças ou curumins, como que surgissem de um sonho imaginário, onde a iconografia, grafismos e tatuagens faciais destacam-se, enaltecendo a importância dessa nação guaicuru, os primeiros habitantes de Mato Grosso do Sul.

Outubro/Novembro: A exposição “Mato Grosso do Sul, 40 anos construindo história com arte” que leva ao público 40 trabalhos de renomados artistas do Estado, sendo sete deles, in memoriam.

Novembro: A mostra “Novembro Negro –  Expressões Culturais Afro-brasileiras” faz parte de ações voltadas para a reflexão do mês da Consciência Negra, o objetivo da mostra é tornar mais visível as possibilidades alternativas culturais de afro-descendência. 

Dezembro 2017/Janeiro-fevereiro 2018: “Das necessidades Existenciais” foi o nome escolhido pelos estudantes de Artes Visuais (bacharelado) da UFMS, que concluem o curso em 2017, para a mostra de um recorte dos trabalhos finais realizados por eles. Essa escolha remete ao pensamento de Fayga Ostrower: “O homem cria, não apenas porque quer, ou porque gosta, e sim porque precisa; ele só pode crescer enquanto ser humano, coerentemente, ordenando, dando forma, criando”.

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