FCMS inaugura a exposição “Estação Folclore: Imagens das Festas Populares” na Galeria Wega Nery

Categoria: Geral | Publicado: sexta-feira, agosto 7, 2015 as 20:33 | Voltar

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Campo Grande (MS) – O Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, por sua Fundação de Cultura (FCMS), inaugura a exposição “Estação Folclore: Imagens das Festas Populares”, na próxima sexta-feira (14 de agosto), na Galeria Wega Nery do Centro Cultural José Octávio, às 19 horas, com abertura do Grupo Camalote com a performance da Bandeira de São Benedito.

A exposição faz parte da programação do “Estação Folclore” que visa favorecer um encontro com o saber popular, a Comissão Sul-Mato-Grossense de Folclore (CSMFL) deliberou oferecer algumas atividades à população que se iniciam na próxima segunda-feira (10) na Escola Estadual Maria Constança de Barros Machado com exposição de folders, apresentação de coral, performance musical e palestra com a doutora Maria Adélia Menegazzo. Mais atividades (palestras, música, oficinas, dança, grafite) ocorrerão no decorrer do mês em diversos locais e serão encerradas no dia 26 de agosto no Parque das Nações Indígenas.

A exposição “Imagens das Festas Populares” cuida de apresentar algumas Festas Populares Tradicionais por meio de fotografias, tendo em vista a dificuldade financeira de trazer a Campo Grande grupos de tradição de outros municípios de Mato Grosso do Sul. As fotografias levam o espectador a viajar para dentro de cada festa, sob o olhar de quem capturou a imagem, sendo algumas delas apenas detalhe de cenas importantes, como se fora uma janela para dentro da alma do participante da cena.

É a oportunidade, também, de evidenciar os fotógrafos que atuam no cotidiano buscando imagens para reportagens, ou registrando os acontecimentos como guardiões da memória em seus municípios. Serão expostos os trabalhos dos fotógrafos Denilson Rodrigues, Marcos Boaventura, Marlei Cunha, Thais Acosta, Nathaly Tenório, Aline Sesti Cerutt, Marlei Sigrist, Nelly Stéfani Cano Viruez e Soane Piuna Batista de Souza.

“Mês de agosto é mês do Folclore, tem a Semana e o Dia do Folclore instituídos em 1965 e replicados em todos os estados brasileiros. A partir do momento que essas datas constam do calendário escolar e cultural das cidades brasileiras é bastante comum alunos, professores, jornalistas, produtores culturais procurarem por temas totalmente distanciados de suas realidades, o que favorece uma compreensão distorcida do que é Folclore. Muitas vezes este é confundido com superstições, crendices, benzeções, pessoas excêntricas, entre outros”, relata a mestra em educação e presidente da CSMFL, Marlei Sigrist.

“O objetivo maior dessa proposta é de favorecer, juntamente com a compreensão do que é o Folclore, o emprego de temas relevantes do nosso entorno, que ajudem na compreensão do que é realmente transversalidade, poética, tradição, identidade e valorização da cultura de raiz”, explica Sigrist.

“Outros objetivos se impõem para dar sustentação ao objetivo maior como: proporcionar aos visitantes, a oportunidade de dar visibilidade a uma parte da cultura tradicional, por meio da arte da fotografia; destacar as comemorações do mês do Folclore, propiciando às escolas a oportunidade de conhecer uma pouco mais das tradições regionais e sua identidade”, finaliza Marlei.

A Comissão Sul-Mato-Grossense de Folclore (CSMFL) é uma organização da sociedade civil, no formato de Associação Cultural sem fins lucrativos e atua, junto à sociedade e às instituições públicas, na preservação e defesa das culturas populares tradicionais, o folclore.

Camalote é um grupo de representação das danças folclóricas de Mato Grosso do Sul. Criado em 2003 a partir do Projeto CIM, junto às escolas municipais de Campo Grande, o Camalote é formado por profissionais da educação, alunos de graduação e jovens secundaristas selecionados para compor o grupo.

As exposições da Galeria Wega Nery têm a proposta de divulgar a produção artística contemporânea tanto local como de outros estados, dando visibilidade para artistas iniciantes ou consagrados, que desenvolvam trabalhos em harmonia com as linguagens atuais da arte.

A exposição permanece até 14 de setembro. Mais informações podem ser obtidas no Centro Cultural José Octávio Guizzo, na rua 26 de Agosto, 453 ou pelo telefone 3317-1795.

Publicado por: jgribeiro

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